LIVRO DE ANTROPOLOGIA JURÍDICA - Geral e do Brasil - 7a. Edição


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ANTROPOLOGIA- GERAL - JURÍDICA - DO BRASIL - ESTUDOS DE CASO - RESUMOS


Quem ler este livro pode chegar a duas conclusões: primeiro, que aqui se defende uma volta a um passado idílico do tipo "bons selvagens" como proposta alternativa aos desatinos de nossa civilização atual; depois, que se imaginou as sociedades primárias absolutamente pacíficas sem propensões ao conflito e sempre dispostas à paz. Quem tem presenciado os últimos acontecimentos que envolvem nossas comunidades indígenas deve-se perguntar afinal se as sociedades primárias têm algo a nos oferecer como exemplo de convívio que respeita a alteridade e a autonomia dos povos viverem em paz.

Gostaria de dizer que não compartilho de nenhuma das assertivas acima. (...)

As contradições e conflitos entre os grupos sociais sempre existiram e sempre existirão. Da dialética desses enfrentamentos a humanidade deverá aprender a ser melhor. Acredito nessa visão. O que não acredito é que o conflito seja para sempre o resguardo da ganância desmedida, do egoísmo e da prepotência, características de um tipo de civilização que, quiçá, ainda há de construir a igualdade com liberdade, sem ressentimento, sem culpa e sem casuísmos ascéticos. Nossa civilização sofre de excesso de tudo, menos de sabedoria!

O Autor




Tobias Barreto - SE
05/12/2018
Ótimo
Um livro promovedor de várias reflexões!


Rio de Janeiro - RJ
30/08/2018
Bom
Obra perfeita tanto para adquirir conhecimento sobre o tema, como para iniciar mestrado ou doutorado
sobre o tema. Válido para o direito e áreas fins.

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