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Mostrando postagens com o rótulo economia

O Fim da Jornada de Trabalho 6x1 no Brasil

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  (hardware.com.br)  I A pauta da redução da jornada de trabalho sem diminuição dos salários é tanto resultado do desenvolvimento das forças produtivas na produção, e em menor grau, no setor de serviços, quanto da superpopulação de desempregados e precarizados, quando, em diferentes escalas, o capitalismo avança na direção de mais produtividade com menos tempo de trabalho, ou, em outras palavras, em função da realidade do “tempo livre”. Os motivos sindicais dos trabalhadores para a diminuição da jornada de trabalho estão ligados ao tempo disponível de trabalho, ao desemprego e às condições de contratação da sua força de trabalho – em tese, espera-se que uma jornada reduzida, nas mesmas condições de trabalho, deve aumentar as contratações de força de trabalho.               Para os capitalistas, no entanto, essa discussão só se coloca se for possível diminuir ainda mais os salários e aumentar a produtivida...

Trabalho e Saúde Mental no Neoliberalismo

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Desenvolvi minha explanação em três pontos que considero fundamentais: 1. O trabalho não era o que entendemos hoje por tal e com as virtudes que acreditamos o mesmo possuir - existe uma história do trabalho.  Nas grandes civilizações o trabalho era nitidamente diferenciado do não trabalho ou ociosidade. Acho que ainda o é! Desde as mais remotas sociedades esta divisão conferia status e poder aos ociosos que podiam se dedicar às atividades místicas e planejar a sobrevivência material na natureza; e em alguns casos também as atividades ligadas à guerra - nas sociedades primevas os conflitos armados são atividades políticas.   Na antiguidade, como na Grécia, o trabalho nobre ou superior era dedicado à filosofia, política, justiça, às artes e aos jogos (jogos físicos e intelectuais como a poesia e a representação teatral). Os trabalhos menos nobres eram os dedicados à economia - trabalho na terra e no lar efetuado por estrangeiros, escravos e em alguns casos atribuídos às ...

Produtivismo e tecnociências (dilemas do movimento ecológico)

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Imagem: Valomukitse Arva-Zika /  N'A Terra é Redonda  /   Por José Manuel de Sacadura Rocha / A saída do labirinto capitalista exige mais que uma crítica ao produtivismo; exige a construção de um socialismo que redirecione o progresso técnico para a autonomia e o bem viver coletivo. I   A mentalidade burguesa raciocina que o tempo de trabalho social disponível dos indivíduos promove o consumismo, e este o produtivismo, e estas necessidades o desenvolvimento tecnocientífico. Na verdade, é mais certo que seja o contrário: a ânsia de lucros e a acumulação privada move o capitalismo para a produção irracional e infinita de quantidade de mercadorias: o produtivismo que gera o consumismo, empurra os indivíduos para as satisfações ilimitadas de mercado, produz uma imensidão de mercadorias desnecessárias e, destarte as tecnociências aproveitadas nessa espiral produtivista-consumista, as produz e as faz circular de forma caótica e com enorme quantidades de desperdício (ene...

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