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Ostracismo no direito antigo

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  (Imagem de IA)/    Ouvir no Youtube  👀👂👈/    Nos tempos mais antigos, duas instituições, uma política (filosófica) e outra jurídica (religiosa), moldavam a organização da vida social de forma a evitar, tanto a tirania como a vingança de sangue. Nenhuma das duas instâncias se sustentam na vida moderna de nossas sociedades. Mais do que referências históricas, estes são exemplos de visões de sociedade "autônomas" que nos podem incentivar a pensar outras formas de viver, em comparação com as nossas, atuais. #história #direito #sociedade #politica #direitopenal ‪@profjosesacadura3922‬ TEXTO COMPLETO: https://profsacadura.blogspot.com/2015/08/o-d-e-o-p-no-direito.html E-Book História do Direito no Ocidente - 1ª Edição 2015 | Grupo GEN 👀👀👈

Considerações acerca do decrescimento e pós-extrativismo

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  Imagem: definicion.de/    I - Pós-extrativismo e decrescimento [ALBERTO ACOSTA; ULRICH BRAND, São Paulo: Elefante, 2018] RESUMO DOS PONTOS CENTRAIS GERAIS 1. Tese Central: A Crítica ao Imperativo do Crescimento O argumento central do texto é que o imperativo do crescimento econômico capitalista é o problema fundamental que impulsiona a crise socioecológica global . O texto defende que as soluções atuais não são suficientes e propõem o Decrescimento e o Pós-extrativismo como caminhos radicais para uma transformação social integral (cf. 2018, p. 109) . No espectro do decrescimento têm-se propostas que vão desde “crescimento verde” até “crescimento zero”, “extrativismo progressista” até “extrativismo zero”, envolvendo diretamente a geração de riqueza, aumento do PIB e as políticas públicas. ·        Não às soluções "Verdes" superficiais: O texto critica abertamente as estratégias de "economia verde" , "green new deal" e as a...

Produtivismo e tecnociências (dilemas do movimento ecológico)

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Imagem: Valomukitse Arva-Zika /  N'A Terra é Redonda  /   Por José Manuel de Sacadura Rocha / A saída do labirinto capitalista exige mais que uma crítica ao produtivismo; exige a construção de um socialismo que redirecione o progresso técnico para a autonomia e o bem viver coletivo. I   A mentalidade burguesa raciocina que o tempo de trabalho social disponível dos indivíduos promove o consumismo, e este o produtivismo, e estas necessidades o desenvolvimento tecnocientífico. Na verdade, é mais certo que seja o contrário: a ânsia de lucros e a acumulação privada move o capitalismo para a produção irracional e infinita de quantidade de mercadorias: o produtivismo que gera o consumismo, empurra os indivíduos para as satisfações ilimitadas de mercado, produz uma imensidão de mercadorias desnecessárias e, destarte as tecnociências aproveitadas nessa espiral produtivista-consumista, as produz e as faz circular de forma caótica e com enorme quantidades de desperdício (ene...

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