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Ostracismo no direito antigo

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  (Imagem de IA)/    Ouvir no Youtube  👀👂👈/    Nos tempos mais antigos, duas instituições, uma política (filosófica) e outra jurídica (religiosa), moldavam a organização da vida social de forma a evitar, tanto a tirania como a vingança de sangue. Nenhuma das duas instâncias se sustentam na vida moderna de nossas sociedades. Mais do que referências históricas, estes são exemplos de visões de sociedade "autônomas" que nos podem incentivar a pensar outras formas de viver, em comparação com as nossas, atuais. #história #direito #sociedade #politica #direitopenal ‪@profjosesacadura3922‬ TEXTO COMPLETO: https://profsacadura.blogspot.com/2015/08/o-d-e-o-p-no-direito.html E-Book História do Direito no Ocidente - 1ª Edição 2015 | Grupo GEN 👀👀👈

Considerações acerca do decrescimento e pós-extrativismo

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  Imagem: definicion.de/    I – Considerações acerca do "decrescimento" e "pós-extrativismo" segundo a dialética histórica além do empreendimento capitalista/    1 – Crescimento e desenvolvimento não são iguais: pode existir crescimento (PIB) sem desenvolvimento (Bem-estar social para a população), mas é quase impossível pensar desenvolvimento sem crescimento; desenvolvimento sem crescimento é pobreza para muitos e acumulação para poucos, porque em algum momento a riqueza produzida será sofrível para atender dignamente as necessidades de todos (pensar assim faz parte de narrativas do poder); mas crescer e distribuir devem ser concomitantes com visada de recursos “limitados”, racionalidade produtiva, ciclo permanente de sustentabilidade, responsabilidade ecológica, para as quais o desenvolvimento das forças produtivas é necessário; desenvolvimento tecnocientífico é “infinito”, enquanto os recursos da natureza para isso podem ser “finitos”; as categorias “lim...

Produtivismo e tecnociências (dilemas do movimento ecológico)

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Imagem: Valomukitse Arva-Zika /  N'A Terra é Redonda  /   Por José Manuel de Sacadura Rocha / A saída do labirinto capitalista exige mais que uma crítica ao produtivismo; exige a construção de um socialismo que redirecione o progresso técnico para a autonomia e o bem viver coletivo. I   A mentalidade burguesa raciocina que o tempo de trabalho social disponível dos indivíduos promove o consumismo, e este o produtivismo, e estas necessidades o desenvolvimento tecnocientífico. Na verdade, é mais certo que seja o contrário: a ânsia de lucros e a acumulação privada move o capitalismo para a produção irracional e infinita de quantidade de mercadorias: o produtivismo que gera o consumismo, empurra os indivíduos para as satisfações ilimitadas de mercado, produz uma imensidão de mercadorias desnecessárias e, destarte as tecnociências aproveitadas nessa espiral produtivista-consumista, as produz e as faz circular de forma caótica e com enorme quantidades de desperdício (ene...

LIVRO SOCIOLOGIA JURÍDICA - 7a. Edição (Adotado)

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CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA (Comte, Durkheim, Marx, Weber) SOCIOLOGIA JURÍDICA (Gurvitch, Bruhl, Luhmann,Wolkmer) SOCIOLOGIA CRÍTICA (Escola de Frankfurt, Foucault, Althusser, Arendt, Agamben, Bauman) SOCIOLOGIA CONTEMPORÂNEA (Hirsch, Harvey, Aglietta, Negri, Holloway, Kurz, Jappe) Dogmática, Zetética, Classicismo, Modernidade, Contemporâneo, Novo Marxismo LIVROS EDITORA GEN/FORENSE E - BOOK SIGA-ME

A produção social do ócio disruptivo/criativo: uma introdução marxista às teses de John Holloway

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  A PRODUÇÃO SOCIAL DO ÓCIO DISRUPTIVO/ CRIATIVO UMA INTRODUÇÃO MARXISTA ÀS TESES DE JOHN HOLLOWAY   /    José Manuel de Sacadura Rocha Universidade de São Paulo https://orcid.org/0000-0002-2610-8066    /    Palavras-chave:  Sociologia, Trabalho, Marxismo, Ócio Criativo, John Holloway Resumo O trabalho econômico material, vital para a sobrevivência coletiva, representa sempre um momento no desenvolvimento das forças produtivas, dos meios de produção e do conhecimento geral da sociedade construído geração após geração. Este artigo trata da transformação do trabalho em ócio disruptivo/ criativo diante da alteração na composição orgânica do capital em desfavor do emprego, mas em favor do tempo de trabalho social disponível, conforme Marx. Em face deste tempo disponível, o artigo propõe o pensamento de John Holloway para “fissurar/rachar” o capitalismo, pelo poder-fazer cotidianos. Avalia, a partir dos dados da Organização Internacional do T...

Carlos Cossio: Egologia e Constituição - a luta que nós travamos*

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ÁUDIO   👈👀 Do livro "Fundamentos de Filosofia do Direito: o jurídico e o político da Antiguidade a nossos dias" (7a. edição) - Capítulo 20: Carlos Cossio, remodelando o normativismo./ *Publica-se conforme 21/10/2022./ É conhecida a parábola de Carlos Cossio sobre o valor positivista de uma Constituição. Em tempos em que a nossa parece destruída à mercê dos mesquinhos interesses do poder, vale perguntar de onde vem a "força da lei", indagação de Jacques Derrida, e há muito perseguida pela Filosofia do Direito. A parábola de Cossio "dirigida" em debate presencial ao mestre Hans Kelsen, foi: "Por quê afinal os franceses durante as Grandes Guerras, quando protegeram escondendo as suas obras de arte mais valiosas, para que os alemães não as destruíssem, não esconderam seu bem maior, no caso, por quê não esconderam a Constituição Francesa?". Kelsen, obviamente percebendo onde Cossio queria chegar manteve-se em silêncio. Disse Cossio: "Porque par...

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